Esse ponto é bem ilustrado pela história de uma mulher humilde em Londres, contada por Marion D. Hanks. Depois de assistir a uma palestra dada pelo renomado naturalista Dr. Louis Agassiz, ela
queixou-se de que nunca teve a oportunidade de estudar. Em resposta, ele perguntou-lhe o que ela
fazia. Ela respondeu que ajudava a irmã em uma pensão, onde descascava batatas e cebolas. Agassiz perguntou: “Onde a senhora se senta durante esses deveres interessantes, porém caseiros?”
‘’No degrau inferior da escada da cozinha.’’
‘’Onde seus pés descansam?’’
‘’No tijolo vitrificado.’’
‘’O que é um tijolo vitrificado?’’
‘’Eu não sei senhor.’’
Ele disse: ‘’Há quanto tempo a senhora está sentada ali?’’
Ela respondeu: ‘’Quinze anos.’’
‘’Madame, aqui está meu cartão pessoal’’, disse o Dr. Agassiz. ‘’Será que a senhora faria a gentileza de me escrever uma carta concernente à natureza de um tijolo vitrificado?’’ Ela o levou a sério. Procurou o termo no dicionário. Leu um artigo em uma enciclopédia e descobriu que um tijolo vitrificado é uma combinação de caulim e silicato de alumínio hidratado. Não sabendo o que aquilo significava,